A região metropolitana do Rio de Janeiro

A região metropolitana do Rio de Janeiro

A região metropolitana do Rio de Janeiro é composta por 17 municípios: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Mesquita e Tanguá,.
A mudança da capital para Brasília em 1960, provocou uma crise que só agora começa a ser superada. Como capital, a cidade abrigava um importante setor
bancário, a sede de numerosas empresas privadas e estatais e ainda um
amplo sistema de transportes. Mas a economia fluminense perdeu capacidade competiva quando o eixo mais moderno da industrialização transferiu-se para São Paulo e o fato de deixar de ser o Distrito Federal fez com que muitas sedes de empresas estatais e privadas abandonassem a cidade.
Apesar desse processo, a região metropolitana fluminense seguiu sendo o segundo pólo de concentração de [opulação e atividades econômicas do país, no que se refere ao volume de atividades, fluxos e oferta de bens e serviços mais raros e avançados, característicos da “nova economia”.
A densidade econômica da área é revelada pelo número de agências bancárias (1.104), pelo volume da movimentação financeira e pelo número de sedes de empresas dentre as 500 maiores do país (60), bem acima de Belo Horizonte, o terceiro polo: a região mineira abriga 450 agências bancárias e 21 sedes de grandes empresas.
Mas a região metropolitana do Rio registrou a menor taxa de crescimento demográfico dentre as metrópoles – 1,1% ao ano – o que exulta num saldo migratório negativo.
Ao se tornar sede da próxima Olimpíada, o Rio de Janeiro pode ter começado a reverter este quadro. Mas os desafios são gigantescos.


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