Grandes metrópoles, um território desafiador para arquitetos e urbanistas

Grandes metrópoles, um território desafiador para arquitetos e urbanistas

A metropolização da vida humana é um processo irreversível. Apesar de todos os problemas, as grandes cidades continuam a atrair gente, negócios, talentos e novas construções. Muitas delas já deixaram de crescer vertiginosamente, mas não sem antes alcançarem a casa dos milhões de habitantes – e de colecionarem problemas de mobilidade, poluição do ar, saneamento, falta de áreas verdes e de espaços de lazer e gritantes desigualdades.

Como atuar nesses territórios? Uma pergunta com muitas respostas, como mostram os depoimentos dos arquitetos e urbanistas ouvidos por Paulo Markun para o Portal Arquitetura e Urbanismo para Todos do CAU/BR.

  • São Paulo é a maior cidade do Hemisfério Sul.
    Centro_SP2
  • Em segundo lugar, vem Jacarta, na Indonésia, com 9.588.198 habitantes.
    Jakarta

As outras megacidades ficam no Hemisfério Norte.


Artigos relacionados

MASP

Fotografia por Bruno Buccalon O prédio do Museu de Arte de São Paulo é o mais conhecido projeto da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. Inaugurado em 7 de novembro de 1968, na Avenida Paulista, em São Paulo, destaca-se pelo vão-livre

Estatuto da Cidade

Foto do acervo Imagens USP O Estatuto da Cidade, definido pela lei federal 10.257, de 10 de julho de 2001 estabelece premissas importantes para a gestão urbana: Em todas as decisões tomadas para o futuro da cidade, o interesse do coletivo

A região metropolitana do Rio de Janeiro

A região metropolitana do Rio de Janeiro é composta por 17 municípios: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Mesquita e Tanguá,.

Sem comentários

Escreva um comentário
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar esta postagem.

Escreva um comentário

Deixe uma resposta