Produção arquitetônica nas grandes cidades, por Marco Antonio Borsoi

Produção arquitetônica nas grandes cidades, por Marco Antonio Borsoi

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Para o portal Arquitetura e Urbanismo Para Todos do CAU/BR, Paulo Markun entrevistou o arquiteto Marco Antonio Borsoi, ex-presidente do IAB – PE. Carioca de nascimento, Borsoi atua em Pernambuco e vive em Recife. Temas:

00:00 O que é arquitetura?
01:09 O que configura um bom projeto?
02:33 Porque a arquitetura brasileira perdeu a relevância que possuía na década de 1950?
04:14 Bons exemplos: SESC Pompéia e MAM-RJ
05:49 Produção arquitetônica nas grandes cidades



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  1. emanuel
    emanuel 17 outubro, 2014, 00:54

    Prezado Marco Antonio,
    Moro em Teresina e sou amigo do seu irmão Eduardo. Na nossa cidade as obras do seu pai Acácio Gil Borsói foram marcantes e se tornaram ícones na paisagem urbana de Teresina. Vi sua entrevista e gostaria de parabenizá-lo, dizendo que concordo quando diz que se aprende muito com o proprietário da obra ao longo da nossa trajetória profissional, desde que recebamos uma contribuição sensata. Entretanto, nem sempre essa relação traz bons frutos quando se faz de forma castradora e prejudica o resultado final da arquitetura proposta.
    É necessário uma boa relação cliente/profissional que respeite as idéias e os desejos de ambos, que não prevaleça somente o pensamento do arquiteto nem tampouco as exigências do proprietário. O importante é que a técnica, a arte, aliada aos desejos do proprietário se transforme em uma boa arquitetura, trazendo satisfação para quem vai habitar o espaço, para a cidade que vai receber o objeto arquitetônico em sua paisagem construída e ao profissional que vai prestar um bom serviço à sociedade.
    Acredito que a arquitetura sempre traduz o pensamento, o modus vivendus das pessoas, assim como o poder econômico, social e político no momento em que é produzida.
    Esteve sempre a serviço do poder, desde as mais remotas épocas, seja o poder religioso, político e econômico. Através dela, se faz a história, se gera riquezas, a exemplo do turismo, mas acima de tudo traz a solução para o planejamento urbano ou regional e a qualidade de vida nos grandes centros onde se vive a grande maioria das populações.
    Esperemos que o avanço tecnológico, o estudo continuado, traga cada vez mais soluções para as mazelas da sociedade moderna.
    Com admiração e cordialidade
    Arq e urb Emanuel Castelo Branco

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