Edifício Joaquim Nabuco é reaberto

Edifício Joaquim Nabuco é reaberto

A reinauguração do Edifício Joaquim Nabuco, que ocorrerá nesta terça-feira (17), às 19h, contará com diversas exposições realizadas por alunos, professores e parceiros da Universidade de São Paulo. São elas: Experimento, Encyclopædia, Papyrus Textil, Simplex Machina, Pina in Memoriam e Re Vou Ver.

O novo prédio soma-se ao edifício Rui Barbosa e à praça, no Centro Universitário Maria Antonia da USP (CEUMA). O espaço conta com cinco novas salas expositivas, em um total de 668 m², além de um auditório multiuso.

 

Sobre as exposições:

Em Experimento, a artista e médica Anita Colli traz esculturas produzidas com materiais do âmbito laboratorial em interação com objetos domésticos, deslocando o significado do uso comum a eles atribuído.

Encyclopædia, de Feres Khoury, opera uma manipulação de suportes e técnicas, trazendo volumes enciclopédicos obsoletos, como o latim silenciado em dicionários, deformando-os para transmutá-los em peças singulares, assumindo o receptáculo genuíno e gerativo de conhecimento como matriz da obra de arte por vir.

Papyrus Textil, de Eunice Liu, é resultado de uma tese de doutorado acerca de especulações sobre o papel, suporte inicial das reflexões em processo gerativo de ideias. A artista tensiona as reações do material disponível sobre a técnica tridimensional.

Simplex Machina é o resultado de atividades realizadas por calouros de turmas de Design da FAUUSP nas quais foi proposto que trabalhassem estruturas cinéticas capazes de transformar os ambientes em que se inserem.

Pina in memorian apresenta pinturas de Helmut Schippers, artista convidado, que homenageia a bailarina Pina Bausch, realizando um processo interartes que ressalta o contato entre as linguagens artísticas expressas: a dança-teatro e a pintura.

Re Vou Ver revisita a exposição “1968 Vou Ver”, exibida em 2008, quarenta anos depois dos confrontos protagonizados por estudantes na Rua Maria Antônia. A exposição, sob nova curadoria, conta com fotografias de Hiroto Yoshioka, que compõem o acervo do Centro Maria Antonia, e exibe documentário “A batalha do Maria Antônia”, de Renato Tapajós, de 2014.



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