A primeira atividade humana, por Gustavo Penna

A primeira atividade humana, por Gustavo Penna

Um dos arquitetos mais importantes do pós-modernismo brasileiro, Gustavo Penna, nasceu em 1950, em Belo Horizonte e se formou em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1973. No mesmo ano criou seu escritório, onde trabalha até hoje. Teve grande contato com o movimento modernista por ser morador da Pampulha, onde conviveu desde cedo com os traços curvos da arquitetura de Oscar Niemeyer. Além disso, seu pai, engenheiro, fez alguns edifícios durante a construção de Brasília.

Gustavo Penna explica, em entrevista para Paulo Markun do portal Arquitetura para Todos do CAU/BR, por que considera a arquitetura a primeira atividade humana e fala quais as características que um projeto precisa manifestar para resultar em um boa obra para a cidade em seu entorno:



Artigos relacionados

Índio da Costa: a culpa é dos arquitetos

O arquiteto Índio da Costa foi entrevistado por Paulo Markun para o Portal Arquitetura e Urbanismo para Todos, do CAU/BR. Para ele, se a arquitetura brasileira atual perdeu sua importância, isso se deve à dificuldade de comunicação dos próprios arquitetos.

Sylvio de Podestá: não houve anos dourados

Para o portal Arquitetura e Urbanismo Para Todos do CAU/BR, Paulo Markun entrevistou a arquiteto Sylvio de Podestá, um crítico da arquitetura modernista que teve seu apogeu nos anos 50 do século passado.

Índio da Costa: as dificuldades da legislação induzem à mediocridade

Índio da Costa dá um exemplo de sua experiência sobre como um arquiteto pode aprender com seu cliente. Em caso de casas residenciais, o arquiteto funciona como um moderador de expectativas e buscador de soluções para essas ambições.

Sem comentários

Escreva um comentário
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar esta postagem.

Escreva um comentário

Deixe uma resposta