Iphan discute gestão de patrimônio mundial

Nos dias 13 e 14 de agosto, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realiza o Seminário Internacional sobre Gestão de Sítios Culturais do Patrimônio Mundial em Goiás. O evento contará com os ministros da Cultura, Turismo, Meio Ambiente e Cidades, além de prefeitos de 14 cidades que possuem sítios culturais brasileiros reconhecidos como Patrimônio Mundial.

Dentre eles estão os centros históricos de Ouro Preto e da Cidade de Diamantina, em Minas Gerais; de Olinda, em Pernambuco; de Salvador, na Bahia; de São Luís, no Maranhão; e da Cidade de Goiás. Outros sítios também reconhecidos pela Iphan como Patrimônio Cultural mundial são: o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, Minas Gerais; o Plano Piloto de Brasília, Distrito Federal; o Parque Nacional Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, Piauí; a Praça de São Francisco, na cidade de São Cristóvão, Sergipe; o Conjunto Moderno da Pampulha; e o Sítio Arqueológico Cais do Valongo.

A cidade de Goiás foi escolhida como sede do evento por ser considerada referência do maior programa de investimentos em Patrimônio Cultural no Brasil, o PAC Cidades Históricas. Com seis grandes obras de requalificação urbana concluídas nos três últimos anos, o programa investiu um total de R$30,3 milhões no estado.

Ao final do encontro, os ministros da Cultura, Turismo, Meio Ambiente e Cidades – Sérgio Sá, Vinicius Lummertz, Edson Duarte e Alexandre Baldy, respectivamente – assinarão, com a presidente do Iphan, Kátia Bogéa e os prefeitos de 14 sítios culturais brasileiros reconhecidos como Patrimônio Mundial, a Carta de Goiás, documento que busca garantir a continuidade de investimentos federais, estaduais e municipais na requalificação urbana de cidades históricas.

O seminário também contará com a participação do Centro do Patrimônio Mundial e especialistas estrangeiros de cidades reconhecidas pela Unesco, na Europa e América Latina.

 

Fonte: Folha de S.Paulo; M&E



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