Obras de Oscar Niemeyer são tombadas como Patrimônio Cultural

No dia 7 de junho, o Ministério da Cultura decretou o tombamento de 27 obras projetadas pelo arquiteto. Entre elas está o Palácio da Alvorada, o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional, o Museu da Arte Contemporânea em Niterói e o Conjunto do Parque Ibirapuera em São Paulo.

Oscar Niemeyer faleceu em 2012, aos 104 anos. Deixou contudo, mais de 200 obras públicas, localizadas não só no Brasil, mas no exterior.

 Confira a lista completa das obras tombadas:

  • Praça dos Três Poderes

  • Congresso Nacional

  • Conjunto do Palácio da Alvorada

  • Palácio do Planalto

  • Supremo Tribunal Federal

  • Ministérios e anexos

  • Quartel General do Exército

  • Palácio Jaburu

  • Palácio da Justiça

  • Palácio Itamaraty e anexos

  • Museu da Cidade

  • Espaço Lúcio Costa

  • Panteão da Liberdade e Democracia

  • Teatro Nacional

  • Memorial JK

  • Memorial dos Povos Indígenas

  • Conjunto Cultural Funarte

  • Espaço Oscar Niemeyer

  • Conjunto Cultural da República

  • Edifício do Touring Club do Brasil

  • Casa de Chá

  • Pombal

  • Capela Nossa Senhora de Fátima

  • Casa das Canoas (Rio de Janeiro)

  • Conjunto da Passarela do Samba (Sambódromo da Marquês de Sapucaí)

  • Museu de Arte Contemporânea – MAC (Niterói)

  • Conjuntos do Parque do Ibirapuera (São Paulo), especificamente: a Grande Marquise, o Palácio das Nações (Pavilhão Manoel da Nóbrega), o Palácio dos Estados (Pavilhão Francisco Matarazzo Sobrinho), o Palácio das Indústrias (Pavilhão Armando de Arruda Pereira), o Palácio de Exposições ou das Artes (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, também conhecido como “Oca”) e o Palácio da Agricultura.



Artigos relacionados

Sede da Fundação Norman Foster é inaugurada em Madri

A inauguração, que aconteceu no dia 1 de junho, foi marcada pelo Fórum Future is Now e contou com participantes de destaque no mundo da arquitetura e urbanismo, como Alejandro Aravena, ganhador do Prêmio Pritzker em 2016. A sede foi

Renato Melhem: Arquitetura é parte da cidade

Renato Melhem, conselheiro do CAU/SP e diretor do IAB/SP acha que a arquitetura precisa lembrar sempre que é parte da cidade e cita como exemplo de bom projeto o Museu de Arte de São Paulo, de Lina Bo Bardi. [youtube https://www.youtube.com/watch?v=jmNUfoRsv6g&w=832&h=h468] Relacionado

SP: O Plano Diretor e as caminhadas urbanas. Vai ficar melhor andar a pé pela cidade? por Mauro Calliari

A primeira boa notícia é que a “ampliação e requalificação dos espaços públicos” é um dos 17 objetivos estratégicos para a cidade.

Sem comentários

Escreva um comentário
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar esta postagem.

Escreva um comentário

Deixe uma resposta