Parque da Juventude

Parque da Juventude

Após a desativação da Penitenciária do Carandiru, o Parque da Juventude mudou a paisagem da Zona Norte de São Paulo. No lugar foi construído um complexo cultural recreativo de 240 mil m², resultado de um concurso nacional vencido pelo escritório do arquiteto Gian Carlo Gasperini, que chamou a arquiteta Rosa Kliass e sua equipe para prestar consultoria e desenvolver o projeto de paisagismo.
Partiu dela então a idéia de dividir o parque em 3 áreas temáticas: o Parque Esportivo , composto por quadras poliesportivas, rampas para a prática de skate e patins , quadras de tenis e pista de cooper oferecendo atividades gratuitas a população ; o Parque Institucional , que abriga edifícios de caráter cultural como a Biblioteca de São Paulo e as Escolas Técnicas; e o Parque Central, caracterizado como um verdadeiro parque urbano, com função recreativa-contemplativa, possui trilhas, bancos e elementos que remetem a antiga ocupação da área – o Carandiru. Uma grande “Promenade” central é o elemento de união entre as diferentes funções do parque.


Artigos relacionados

Superquadras

Inaugurada há cinquenta anos, Brasília marca, entre outras coisas, o desejo de propor uma nova sociabilidade urbana, que tem na escada residencial o seu desenvolvimento mais radical, as superquadras como unidade básica de um bairro.

Aterro do Flamengo

O chamado Aterro do Flamengo, que ocupa a orla da baía de Guanabara – entre o Aeroporto Santos Dumont e a enseada de Botafogo datam da década de 1950 (o parque foi projetado entre 1954 a 1959), mas suas obras só começaram em 1961, no governo de Carlos Lacerda.

Arquiteturas: Arcos da Lapa

Antes da boemia, dos bares, do samba e dos bondes de Santa Tereza, os famosos Arcos da Lapa serviam a um Rio de Janeiro bem diferente, uma cidade pequena, colonial, sem saneamento e que, portanto, precisava das águas do Rio

Sem comentários

Escreva um comentário
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar esta postagem.

Escreva um comentário

Deixe uma resposta