Aterro do Flamengo

Aterro do Flamengo

O chamado Aterro do Flamengo, que ocupa a orla da baía de Guanabara – entre o Aeroporto Santos Dumont e a enseada de Botafogo datam da década de 1950 (o parque foi projetado entre 1954 a 1959), mas suas obras só começaram em 1961, no governo de Carlos Lacerda.

O aterro propriamente dito foi resultado do desmonte do morro de Santo Antônio, cujas obras começaram entre 1952 e 1954, na administração do prefeito Dulcídio Cardoso, e foram concluídas em 1958, na administração de Francisco Negrão de Lima.

Os projetos urbanístico e arquitetônico que definiram a ocupação desse aterro foram feitos por Affonso Eduardo Reidy (1909-1964), então funcionário do Departamento de Urbanismo da Prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto Burle Marx definiu o paisagismo. Os dois projetos tiveram em Lotta Macedo Soares (1910-1967) a principal apoiadora.

O parque do Flamengo tem 7 quilômetros de extensão e 1.301.306 metros quadrados e inclui os jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ) (1954) e do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (1956).
Além de integrar o centro à zona sul com suas vias expressas, a área ajardinada tornou-se um requisitado espaço de lazer com sua praia artificial de 1.500 metros de extensão, uma pista de aeromodelismo, quadras esportivas, campos de futebol, playgrounds e tanque para nautimodelismo.


Artigos relacionados

Hidroanel de São Paulo, um outro rumo para a cidade

O projeto do Hidroanel de São Paulo, previsto para 2040, pode mudar radicalmente a dinâmica da cidade e a relação dos cidadãos com os rios.

Estação Antártica é destaque no jornal The New York Times

A Estação Antártica Comandante Ferraz, que deve ser inaugurada ainda neste mês, foi tema de reportagem do jornal norte-americano The New York Times, no dia 06 de janeiro. Com o título “The Coolest Architecture on Earth Is in Antarctica” (Em tradução

Mosaico português do centro paulista deve ser trocado ainda neste ano

O projeto de troca dos mosaicos portugueses por concreto, no centro de São Paulo, começou a ser testado já na gestão do ex prefeito Bruno Covas, em um trecho da Rua Doutor Miguel Couto. A ideia é que ele volta

Sem comentários

Escreva um comentário
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar esta postagem.

Escreva um comentário

Deixe uma resposta