A primeira atividade humana, por Gustavo Penna

A primeira atividade humana, por Gustavo Penna

Um dos arquitetos mais importantes do pós-modernismo brasileiro, Gustavo Penna, nasceu em 1950, em Belo Horizonte e se formou em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1973. No mesmo ano criou seu escritório, onde trabalha até hoje. Teve grande contato com o movimento modernista por ser morador da Pampulha, onde conviveu desde cedo com os traços curvos da arquitetura de Oscar Niemeyer. Além disso, seu pai, engenheiro, fez alguns edifícios durante a construção de Brasília.

Gustavo Penna explica, em entrevista para Paulo Markun do portal Arquitetura para Todos do CAU/BR, por que considera a arquitetura a primeira atividade humana e fala quais as características que um projeto precisa manifestar para resultar em um boa obra para a cidade em seu entorno:



Artigos relacionados

Índio da Costa: a culpa é dos arquitetos

O arquiteto Índio da Costa foi entrevistado por Paulo Markun para o Portal Arquitetura e Urbanismo para Todos, do CAU/BR. Para ele, se a arquitetura brasileira atual perdeu sua importância, isso se deve à dificuldade de comunicação dos próprios arquitetos.

Rosa Kliass comenta sua obra

A paisagista Rosa Kliass, de 82 anos, descreveu a Paulo Markun várias obras de sua carreira. A história, a arquitetura e curiosidades dos projetos você confere nessa entrevista para o portal Arquitetura para Todos, do CAU/BR. Rosa Kliass nasceu em

Rosa Kliass e a síndrome de Deus

Rosa Kliass paisagista, de 82 anos, nasceu em São Roque e formou-se arquiteta na FAU-USP. Ela é fundadora e ex-presidente da APAB (Associação Brasileira de Arquiteos Paisagistas) fez o projeto paisagístico do Parque da Juventude e a reforma do Vale

Sem comentários

Escreva um comentário
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar esta postagem.

Escreva um comentário

Deixe uma resposta